Filmes sobre Direitos Humanos – uma aventura?
por Mateus em 5 Oct 08 às 18:33
1 Comentário / Arquivado em: Eventos, Filmes
Não posso dizer que ir ao cinema seja uma daquelas indescritíveis aventuras, narradas ao longo de séculos, e que marcam o destino da humanidade. Mesmo assim, indico o programa a qualquer pessoa: vá ver um bom filme! Seja pra relaxar, seja pra aprender, seja pra, simplesmente, se deixar invadir pela magia e pelo encanto da 7a. arte.
Mas, pra quem acha que ir ao cinema não representa nenhuma forma de “risco”, que a ida não pode estar recheada de qualquer “aventura”, recomendo então a 3ª MOSTRA CINEMA E DIREITOS HUMANOS NA AMÉRICA DO SUL. Sente e prepare-se…
No período de 6 de outubro a 6 de novembro de 2008, a 3ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul leva a 12 capitais brasileiras o olhar singular de cineastas sul-americanos sobre temas, valores e dilemas que dizem respeito à dignidade da pessoa humana.
Em Brasília – de 13 a 19 de outubro
Local: Centro Cultural Banco do Brasil
End: SCES, Trecho 02, cj. 22
Tel: (61) 3310-7087
O cinema comporta 74 pessoas (vale chegar cedo! Veja aqui a programação de cada dia em Brasília).
Para demais cidades, veja o site: www.cinedireitoshumanos.org.br/2008
Bom filme!
Boa aventura!
Foto: Filme JUIZO (2007)
Brasil | 90 min | doc
Ficha Técnica
Direção Maria Augusta Ramos
Roteiro Maria Augusta Ramos
Fotografia Guy Gonçalves
Edição Maria Augusta Ramos e Joana Collier
Companhia Produtora Diler & Associados / Nofoco Filmes
Sinopse: Juízo acompanha a trajetória de jovens menores de 18 anos e sua situação perante a lei. Meninas e meninos pobres entre o instante da prisão e o do julgamento por roubo, tráfico, homicídio. Como a identificação de jovens infratores é vedada por lei, no filme eles são representados por jovens não-infratores que vivem em condições sociais similares. Todos os demais personagens de Juízo – juízes, promotores, defensores, agentes do DEGASE, familiares – são os próprios atores sociais filmados durante as audiências na II Vara da Justiça do Rio de Janeiro e durante visitas ao Instituto Padre Severino, local de reclusão dos menores infratores. O Juízo atravessa os mesmos corredores sem saída e as mesmas pilhas de processos vistas no filme anterior de Maria Augusta Ramos, o Justiça. Conduz o espectador ao instante do julgamento para desmontar os juízos fáceis sobre a questão dos menores infratores. Quem sabe o que fazer? As cenas finais de Juízo revelam as conseqüências de uma sociedade que recomenda ‘juízo’ a seus filhos, mas não o pratica.
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9:56 am on January 13th, 2010
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Mandamos um forte abraço.