por admin em 11 Dec 11 às 01:58
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por admin em 13 Nov 11 às 01:58
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por admin em 6 Nov 11 às 01:58
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por Mateus em 30 Oct 11 às 18:13
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Outro dia, lendo a revista Almanaque Brasil n. 149, me deparei com um curiosidade que me chamou a atenção.
Sei que o Brasil tem uma certa tradição marítima. E não podia ser diferente, com o tamanho de nossa costa (são 7.408 km, que aumenta para 9.198 km se consideramos as saliências e as reentrâncias do litoral).
Mas também sei que, apesar de termos 16 medalhas olímpicas na vela, Inglaterra (1 barco/66 habitantes), EUA (1 barco/18 habitantes) e Nova Zelândia (1 barco/8 habitantes) são países muito mais tradicionais para os esportes náuticos. O Brasil tem (só?) 1 barco para cada 3.600 habitantes – ou seja, um enorme potencial de mercado náutico e de desenvolvimento de marinas!
Mesmo assim, vejam só a surpresa apresentada pelos jornalistas Heitor e Silvia Reali (e confirmadas aqui pelo projeto Barcos do Brasil):
[...] os barcos brasileiros são um patrimônio naval e histórico notável, com a maior variedade de barcos tradicionais do planeta. Existem cerca de 200 tipos de embarcações utilizadas por populações costeiras e ribeirinhas, barcos que navegam em ambientes lacustres, fluviais e marítimos, para andar pra lá e pra cá, pescar, acompanhar casamentos, festas e procissões. Os barcos tiveram influências indígenas, africanas, ibéricas, mediterrâneas, norte-europeias e até mesmo orientais. A canoa baiana, por exemplo, tem casco com desenho indígena e africano, quilha holandesa e o mesmo tipo de vela utilizadas nas caravelas portuguesas. Tava pensando que a mistura por aqui foi só de gente?
Não é incrível?
Fica aí a dica para meu amigo e co-editor do blog O Aventureiro, Diogo André, que anda aficionado por barcos e velas…

Diogo no timão do Green Dragon
por Mateus em 26 Oct 11 às 16:05
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Para os aventureiros e aventureiras de plantão uma boa viagem é sempre a próxima. E a melhor viagem foi sempre a última.
Mas há algumas viagens “especiais” que giram em torno do imaginário de todx viajante: arrumar a mochila e partir rumo ao desconhecido, sem rota, sem roteiro, sem passagem de volta. E se isso for feito com calma, de carro, de bike ou à pé, então a viagem se transforma numa verdadeira aventura.
Sozinho ou acompanhado, todx viajante tem sempre seu momento “solitárix”, em que elx se depara consigo mesmx. Afinal, toda viagem é também pra dentro de si. Daí que compartilhar a narrativa desses momentos não é somente um privilégio para quem conta, mas também para quem ouve as histórias – histórias dos nossos próprios pedaços, que estão a viajar por aí.
Pois foi mais ou menos isso que o Antonio Lino fez durante 1 ano e três meses: se montou numa kombi e foi-se. Encaramujado, como ele gosta de dizer.
E, com seu estilo mais do que peculiar, entre a prosa fácil e a poesia discreta, com pitadas de invenção em cada adjetivo substantivado, ele faz mais do que “capturar o momento” em suas histórias: pra mim, o que ele faz é “libertar a sensação do momento” para dentro do texto, como se ao acrescentar palavras na poção mágica da história, aumentasse seu sabor, seu aroma, sua cor e, inclusive, dando-lhe texturas que surpreendem quem acha que os líquidos e voláteis textos não podem ser “sentidos” bem aí, na pele.
Se a coisa que mais anima xs aventureirxs é ter uma aventura pela frente, o mesmo se passa com as histórias. As histórias contadas sobre aventuras passadas não servem só de inspiração: convertem-se em plenas viagens, como se xs viajantes partilhassem de algum espírito em comum, de alguma conexão simultânea que xs faz “respirar” cada sufoco e cada suspiro.
Quer embarcar na concha de caramujo que acompanhou e serviu o Antônio por esses 15 meses?
Bem, o Antonio vai celebrar a publicação do seu livro “Encaramujado: uma viagem de Kombi pelo Brasil (e pelos cafundós de mim)” no dia 29/outubro/2011, sábado, às 14h, no restaurante com-nome-mais-do-adequado “Nakombi“: Rua Pequetita, 170, Vila Olímpia, São Paulo/SP. Veja o convite (e compre o livro aqui!):
Acostumado com certas liberdades, decidi fazer tudo por conta própria. O livro saiu na raça, sem editora. A partir de agora, só não sou independente de vocês: a força dos amigos será fundamental na divulgação. Vocês me ajudam?
Venham de turma pro lançamento. E espalhem o site: www.encaramujado.com.br. O livro já está à venda pela Internet.
Estão todos convidados. E vamos juntos: que a minha Kombi (agora no papel) está pronta pra rodar de novo por aí.
E aí? Partiu?!

por admin em 16 Oct 11 às 01:58
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por admin em 25 Sep 11 às 01:58
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por admin em 14 Aug 11 às 01:58
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por Mateus em 8 Aug 11 às 17:36
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Essa lance de datas comemorativas no calendário é mesmo uma coisa estranha. Às vezes tão importantes, outras vezes simplesmente passam, em brancas nuvens…
Foi na data de hoje, 08 de agosto, que agora cai em plena segunda-feira, com o dia corrido e cheio de tarefas pendentes, que publicamos o primeiro post dO Aventureiro.
Em 2008, a data de 08 de agosto caiu numa ensolarada sexta-feira, cheia de promessas, com aquela brisa gostosa que prepara e embala o final de semana.
Mas os anos passam, e com eles se vai também esse frescor dos primeiros dias, esse calor que anima os primeiros posts, essa emoção excitante de começar algo novo. E aí os posts começar a rarear, como às vezes acontece com os cabelos, com as ideias e com os sonhos.
Celebrar o quê, então? – dirão alguns.
Quem sabe nesse triênio não possamos celebrar o que ainda está por vir?! Afinal, se em 2010 foi o tempo de co-memorar e lembrar do ano que havia passado para O Aventureiro, em 2011 me parece mais produtivo pensar em tudo o que ainda poderemos fazer e postar por aqui.
Quem sabe não consigo partir logo pra Colômbia e posto aqui as dicas de um trajeto feito entre Bogotá-Medellín-Cartagena de ônibus?
Quem sabe não retomo as minhas anotações das duas viagens feitas para Córdoba, na Argentina, e escrevo algumas dicas para quem vai visitar a charmosa cidade?
Quem sabe não nos entusiasmamos logo com os relatos do Altamiro e conseguimos re-publicar algumas das várias aventuras que ele, sistematicamente, posta no seu inquieto blog “Impressões Amazônicas” (que deve mesmo ser rebatizado, pois há impressões de vários outros cantos do mundo)?
Quem sabe não preparamos o sorteio – há muito pretendido – de um “diário de bordo” (ou “caderno de campo”, se preferir), que ganhamos há tempos atrás dAs Papeleiras?
Quem sabe não voltamos a contactar amigos aventureiros, para que retomem seus relatos – depois de merecidas férias?
Quem sabe conseguimos, mais uma vez, apreciar este amplo exercício de liberdade que é ter e manter um blog?
Vida longa ao blog O Aventureiro!

Uma retrospectiva do terceiro ano, em nuvem
por admin em 7 Aug 11 às 01:58
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