Praia Cassange, Marauai - Ba.  Foto de Tereza Pires

O livro que eu queria ler sobre a viagem que eu queria fazer

por Mateus em 26 Oct 11 às 16:05

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Para os aventureiros e aventureiras de plantão uma boa viagem é sempre a próxima. E a melhor viagem foi sempre a última.

Mas há algumas viagens “especiais” que giram em torno do imaginário de todx viajante: arrumar a mochila e partir rumo ao desconhecido, sem rota, sem roteiro, sem passagem de volta. E se isso for feito com calma, de carro, de bike ou à pé, então a viagem se transforma numa verdadeira aventura.

Sozinho ou acompanhado, todx viajante tem sempre seu momento “solitárix”, em que elx se depara consigo mesmx. Afinal, toda viagem é também pra dentro de si. Daí que compartilhar a narrativa desses momentos não é somente um privilégio para quem conta, mas também para quem ouve as histórias – histórias dos nossos próprios pedaços, que estão a viajar por aí.

Pois foi mais ou menos isso que o Antonio Lino fez durante 1 ano e três meses: se montou numa kombi e foi-se. Encaramujado, como ele gosta de dizer.

E, com seu estilo mais do que peculiar, entre a prosa fácil e a poesia discreta, com pitadas de invenção em cada adjetivo substantivado, ele faz mais do que “capturar o momento” em suas histórias: pra mim, o que ele faz é “libertar a sensação do momento” para dentro do texto, como se ao acrescentar palavras na poção mágica da história, aumentasse seu sabor, seu aroma, sua cor e, inclusive, dando-lhe texturas que surpreendem quem acha que os líquidos e voláteis textos não podem ser “sentidos” bem aí, na pele.

Se a coisa que mais anima xs aventureirxs é ter uma aventura pela frente, o mesmo se passa com as histórias. As histórias contadas sobre aventuras passadas não servem só de inspiração: convertem-se em plenas viagens, como se xs viajantes partilhassem de algum espírito em comum, de alguma conexão simultânea que xs faz “respirar” cada sufoco e cada suspiro.

Quer embarcar na concha de caramujo que acompanhou e serviu o Antônio por esses 15 meses?

Bem, o Antonio vai celebrar a publicação do seu livro “Encaramujado: uma viagem de Kombi pelo Brasil (e pelos cafundós de mim)” no dia 29/outubro/2011, sábado, às 14h, no restaurante com-nome-mais-do-adequado “Nakombi“: Rua Pequetita, 170, Vila Olímpia, São Paulo/SP. Veja o convite (e compre o livro aqui!):

Acostumado com certas liberdades, decidi fazer tudo por conta própria. O livro saiu na raça, sem editora. A partir de agora, só não sou independente de vocês: a força dos amigos será fundamental na divulgação. Vocês me ajudam?

Venham de turma pro lançamento. E espalhem o site: www.encaramujado.com.br. O livro já está à venda pela Internet.

Estão todos convidados. E vamos juntos: que a minha Kombi (agora no papel) está pronta pra rodar de novo por aí.

E aí? Partiu?!

Gramado Adventure 2011 – Atualizado

por Diogo André em 23 Feb 11 às 17:39

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Nem só de chocolate vive gramado. Pela segunda vez a cidade organiza uma feira de esportes de aventura, que este ano se chama Gramado Adventrure 2011- Sports & Fair, acontecendo entre os dias 3 e 10 de Julho, na charmosa cidade da Serra Gaúcha.

Ainda são poucos os detalhes, mas a feira parece ter os mesmos moldes da já consagrada Adventure Sports Fair  – não coloquei o link porque o site parece estar infectado por algum tipo de worm, atenção! – que acontece todos os anos na capital Paulista.

Segundo o calendário oficial da cidade, mais dois eventos acontecem ao mesmo tempo em Gramado: a 15ª Feira do Livro e o Dia da Hortênsia, a flor e não a jogadora de basquete.

Programem-se e, se a feira sair mesmo, nos vemos por lá!

Ficaremos ligados e postaremos assim que conseguirmos alguma informação mais detalhada!

[ Atualização ]

Agradeço a Sandra Galeotti que deixou um comentário neste post com mais informações sobre a Gramado Adventure 2011. Deixou também o link para o site oficial do evento: http://www.gramadoadventurefair.com.br/. Confira abaixo o comentário da Sandra com mais informações sobre a Gramado Adventure 2011 Leia Mais »

Uma aventura que desafia nossos sonhos

por Mateus em 25 Jan 11 às 10:00

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Livro "Challenging Your Dreams - Uma Aventura Pelo Mundo"

Livro "Challenging Your Dreams - Uma Aventura Pelo Mundo"

Quem é que nunca sonhou em pegar um carro e sair pelo mundo, passando por lugares inusitados e inexplorados?

Bem, nós dO Aventureiro sonhamos sempre com esse tipo de aventura. E já pudemos realizar e relatar, em doses homeopáticas, algumas assim… Eu viajei com meu Vitara pela Estrada Real, no Brasil; o Valdo pedalou, pedalou e deu a volta ao mundo de bike, além de publicar 3 livros com as façanhas; o Chris percorreu, de ônibus, quase 30 países em 8 meses pela África e o Antonio foi de kombi até o Oiapoque, em 1 ano e meio “encaramujado” (e ele publicou um livro também, contando essa história).

Mas a Grace e o Robert pararam de sonhar por um instante e se meteram, de verdade, na trilha (e no twitter)! Criaram o projeto “Challenging Your Dreams” e, desde de 2002, viajaram mais de 168 mil km pelos 5 continentes, a bordo do Baloo. Em 2007, lançaram um livro, contando a aventura.

É claro que poderíamos fazer um post sobre a viagem, contando sobre os países visitados, ou sobre o casal de aventureiros. Mas achamos mais inusitado falar, neste post, sobre o Baloo e o Snoopy.   Leia Mais »

Aventuras sem aperto

por Mateus em 4 Jan 11 às 15:17

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Sabe aquela última viagem para o interior da Índia, em que os banheiros eram nada mais que buracos no chão – e isso na melhor das situações?

Sabe aquele último rally em que, na chegada, você só tinha banheiros químicos pra aliviar uma “pressão” de quase 4 horas – e todos já tinha sido “usados” pelos primeiros colocados?

Sabe aquela sua primeira trilha pra escalada em que todas as “moitinhas” eram cactos nada atraentes?

Você que é uma aventureira descolada pode até achar que está “acostumada” a encarar esses e outros desafios num relativo bom-humor. Mas, se houvesse uma solução para evitar aquela agachada constrangedora naquele banheiro imundo, ou para facilitar o momento sagrado de fazer xixi no meio da aventura, você toparia experimentar? Leia Mais »

4 vezes Jeri – dia 4

por Mateus em 9 Aug 10 às 10:39

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Último Por-do-Sol em Jeri

Último Por-do-Sol em Jeri

Este é o último relato da série sobre Jeri. No primeiro post, apresentei um panorama da região e da vila, além de um resumo das fotos da viagem. No segundo post, abordei a saída de Fortaleza, com dicas sobre como chegar em Jeri e com informações sobre pousadas e restaurantes. No terceiro post, que fala do segundo dia na vila, apresentei as praias da região, os locais que visitamos e os passeios normalmente oferecidos aos turistas. No penúltimo post, sobre a caminhada na praia do Preá, eu falei sobre este paraíso-na-Terra, com dicas sobre a noite de Jeri também.

Agora, falta comentar sobre o dia propriamente mais “aventureiro” e publicar as últimas fotos.

Às 9h a Vanessa (Bora Turismo) foi nos pegar na pousada Naquela Jericoacoara com o guia José. Um quadriciclo amarelo muito bacana. Não é preciso muita habilidade para manejar o veículo, mas é importante andar com um sapato fechado e ter um esparadrapo à mão. A mudança das marchas é feita por uma alavanca bem dura no pé esquerdo… Pra quem estiver na “carona”, pode ser bom usar uma calça. É que a carenagem costuma ficar bem quente ao longo do dia.

Depois da rápida aula de “direção”, tomamos a trilha para Mangue Seco, uma vilinha bem pequena a alguns quilômetros de Jeri. Leia Mais »

Aventuras na real – parte 4

por Mateus em 18 Mar 10 às 15:25

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Chegada em Congonhas, MG, Brasil

Chegada em Congonhas, MG, Brasil

No último post, estávamos saindo de Ouro Preto em direção a Congonhas, “a cidade dos profetas“. Depois de alguma confusão para tomar o rumo certo, finalmente acertamos a estrada e chegamos em nosso destino por volta das 18h30.

Fomos direto para a Basílica do Bom Jesus do Matosinhos, é claro. Infelizmente, o Santuário (que compreende a Basílica e as capelas com as obras sobre a Via Crucis, esculpidas pelo mestre Aleijadinho e pintadas pelo mestre Ataíde) fecha, estranhamente, às 18h45… portanto, tínhamos 15 minutos para visitar o grande e bonito museu aberto.

A cidade de Congonhas é mundialmente conhecida exatamente por este “museu a céu aberto”. Tanto que foi declarada patrimônio histórico nacional já em 1939, e teve seu reconhecimento internacional em 1985, quando a UNESCO declarou o conjunto do Santuário como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Como o objetivo de passar por Congonhas, em direção a Tiradentes e São João Del Rei, era justamente conhecer os monumentos, resolvemos pernoitar na cidade. E foi uma noite bonita, pois além da Basílica, vale a pena conhecer o prédio ao lado, conhecido como Romaria. Todo ano, entre 7 e 14 de setembro, 5 milhões (isso mesmo!) de “romeiros” se encontram neste local. Bem…alguma coisa de especial deveria ter por ali, né?

Depois da interrupção abruta do passeio pelo segurança sem qualquer compaixão, fomos buscar hospedagem no hotel em frente à Basílica, na esperança de conhecê-la melhor no dia seguinte. Nome do hotel-restaurante: Cova do Daniel. Tudo aqui, aliás, é “profético”. O hotel é barulhento e simples, mas a Andréia, gentil gerente do hotel, nos cobrou “só” R$ 70,00 para dormir no quarto com vista para as montanhas! A vista para a Basílica é mais caro, claro! (mas recomendo a pechincha. A vista das montanhas é linda!)

Dia 04 – 28/12

No site de Roteiros Planilhados da Estrada Real é possível conseguir todos os trechos desta parte do caminho (entre Congonhas e São João Del Rei). Leia Mais »

Aventuras na Real – parte 3

por Mateus em 7 Mar 10 às 20:57

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Vista da Estrada Real

Se esse já é um bom motivo pra ir, leia o relato e descubra outros!

No último relato, estávamos saindo da cidade de Diamantina rumo à cidade de Ouro Preto. Ou seja, percorremos o primeiro longo trecho pela Estrada Real, até sua bifurcação que dará origem aos caminhos conhecidos como “Caminho Velho” (que vai até Paraty) e “Caminho Novo” (que vai até a cidade do Rio de Janeiro). Dessa vez, seguiremos pelo primeiro: “com muitas histórias para contar, o Caminho Velho foi a primeira via aberta oficialmente pela Coroa Portuguesa para o tráfego entre o litoral fluminense e a região mineradora”, nos informa o site oficial da ER.

A chegada em Ouro Preto dá o tom da cidade: ruas estreitas, movimentadas, e muitas ladeiras. Fora isso, um espetáculo com suas luzes verdes nos monumentos barrocos – igrejas, em sua maioria.

Ficamos na pousada Tiradentes (veja detalhes abaixo, em “Serviço”), no largo que lembra a memória do principal e mais famoso ativista da Inconfidência, alí dependurado já morto e esquartejado, bem ao lado do Museu da Inconfidência. É uma boa hospedagem. Fomos recebidos pelo simpático e atencioso Beto e passamos a noite por R$ 80,00, bem no centro agitado da cidade: o que pareceu bom depois de um longo dia de trilhas.

O jantar foi no restaurante bem ao lado da pousada. Tomamos um caldo bem caro no “Caldo de Minas”, mas valeu o conforto de não ter de entrar novamente no carro enlameado… E só por isso! Amanhã é dia de mais ER…

O destino do terceiro dia é a cidade de Congonhas, mas é claro que não poderíamos deixar de visitar a histórica “Vila Rica” de Ouro Preto… Por isso deixamos boa parte do dia reservada aos passeios turísticos e resolvemos percorrer o trecho de pouco mais de 50 Km até Congonhas somente no fim do dia.

Dia 03 – 27/12

No site de Roteiros Planilhados da Estrada Real é possível conseguir todos os trechos desta parte do caminho. Leia Mais »

Aventuras na Real – parte 2

por Mateus em 22 Feb 10 às 08:30

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Mapa do Caminho dos Diamantes

Mapa do Caminho dos Diamantes

O primeiro dia da viagem foi praticamente de deslocamento, a partir de Brasília, até o início da Estrada Real (na verdade, o “marco zero” da Estrada Real não fica em Dimantina, como poderíamos supor, mas num pequeno trecho entre São João del-Rei e Tiradentes. Mas isso será assunto para um próximo relato). Assim, na manhã do dia 26/12 realmente iniciamos as Aventuras na Real.

Acordamos às 9h e fomos tomar o café-da-manhã – mas, infelizmente, não havia pão de queijo… Visitamos rapidamente a cidade de diamantina. Vale um dia de visita! Cidade bonita, como as velhas cidades do interior. O Mercado Central está recuperado, assim como a Casa da Glória, com seu bonito passadiço azul. Atualmente, a casa é cuidada pela UFMG, abrigando um centro de pesquisas geológicas. O pequeno museu conta a história de sua antiga fundação. (Veja as fotos no post anterior)

Um pulo para fora da cidade, até o Caminho dos Escravos – leia-se “feito por” escravos, que levaram as milhares de pedras morro acima, para facilitar os deslocamentos dos tropeiros – compensa pela bela vista da Serra do Espinhaço (a única cordilheira brasileira e a sétima reserva da biosfera nacional, criada em 2005). Aliás, este nome – bela vista – é muito recorrente por aqui. E muito justamente.

Peguamos o Guia da Estrada Real no ponto de informações turísticas de Diamantina, com a Carla, uma estagiária subversiva simpática que ainda nos presenteou com 2 mapas (particulares) do caminho. Pois é! Não havia mapas e informações oficiais sobre a ER no local… Aliás, apesar de bem sinalizada, a ER ainda é um mistério para os locais. Parece que ninguém nunca mais passou por lá, desde os tempos do ouro e do diamante.

O destino do dia é Ouro Preto, ainda no estado de Minas Gerais. A tentativa é percorrer os pouco mais de 400 km desde Diamantina, passando por Milho Verde, Serro e Itabira. Leia Mais »

Aventuras na Real – parte 1

por Mateus em 20 Feb 10 às 19:49

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Projeto Estrada Real

Projeto Estrada Real

Desde os tempos do Brasil Colônia, ou seja, desde o século XVII, a Estrada Real povoa o imaginário de aventureiros e desbravadores. Criada como única rota legalizada de acesso entre as ricas cidades de Diamantina e Ouro Preto, em Minas Gerais, e as importantes cidades de Paraty e Rio de Janeiro – à época, a capital da colônia portuguesa – a Estrada Real se divide, na verdade, em pelo menos três caminhos, batizados de Rota dos Diamantes, Caminho Velho e Caminho Novo.

Naquela época, entre os séculos XVII e XVIII, a criação de estradas era tarefa exclusiva da coroa portuguesa, de forma que era proibido fazer circular mercadorias – e, principalmente, o ouro e os diamantes encontrados em Minas Gerais – fora das rotas “oficiais” determinadas. Dessa forma, o projeto turístico “Estrada Real” tenta resgatar a importância histórica e comercial (e turística, claro!) desses caminhos, revalorizandos as cidades cortadas por eles e, esperamos, criando novas aventuras para mochileiros e mochileiras de plantão.

E não é que vale a pena!?

A cada dia publicaremos no blog O Aventureiro o relato de um dia da viagem, com informações, mapas e histórias sobre o trecho percorrido.
Confira o relato do primeiro dia… Leia Mais »

Depois das férias, aventura…

por Mateus em 17 Feb 10 às 23:52

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Os editores do blog O Aventureiro ficaram um bom tempo sem postar nada pois estávamos de férias… Sim! Blogueiro também tira férias, né?

Bem, o lance é que, apesar das férias (e até mesmo por causa delas, é claro), tivemos uns bons meses de aventuras. E, portanto, novos relatos estão fresquinhos, aguardando publicação.

Logo, logo esperem por matérias sobre a Estrada Real – um antigo caminho que ligava as cidades de Diamantina/MG e Rio de Janeiro/RJ, passando por Ouro Preto/MG, e permitia escoar a produção de ouro e diamante do Brasil para Portugal – e também sobre Mambaí/GO, um pequeno paraíso perdido e escondido entre a Serra Geral/BA e a APA (Área de Proteção Ambiental) Nascentes do Rio Vermelho.

A primeira aventura trata do percurso de mais de 1.600 Km pela Estrada Real, que foi feito em 5 dias de trilhas enlameadas e com lindas paisagens, num período chuvoso mas com dias ensolarados. Partimos de Brasília/DF rumo ao Rio de Janeiro/RJ e, depois, seguimos ainda até Itaúnas/ES. Foram, no total, 15 dias de uma aventura que só se faz num bom jipe e com algum sossego.

Na segunda viagem, fomos até Mambaí/GO (14°30″ S, 46°05″ W) explorar um turismo nascente e crescente, em uma das mais ricas e inexploradas regiões do país. Visitamos apenas 4 das quase 190 grutas, lapas e cavernas da região, além de algumas cachoeiras e vários quilômetros de trilhas. Conhecemos o lendário Emílio, que teve a honra de dar nome a grande maioria desses atrativos naturais e que, há mais de 25 anos, explora a região mapeando cavernas e guiando grupos de espeleólogos, geógrafos e visitantes.

E aí, ansiosxs pra ver o que rolou no blog O Aventureiro durante as férias? Comente aí!

Antes de começar os relatos, porém, algumas fotos… Leia Mais »

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