Máscaras na parede de casa, colecionadas em viagens, também são hipertexto
Essa coisa de hipertexto na Internet é, quase sempre, uma aventura. Ainda mais quando não se tem nenhuma pretensão, nenhum interesse específico. Exercitar a liberdade nas ligações textuais da Internet é um bom modo de “se perder para se encontrar”. É um bom modo de “viajar”… E não é difícil encontrar quem chame esse tipo de viagem internética pelos hipertextos de “serendipidade” ou de “serendipismo”: um novo tipo de ócio criativo, uma nova forma de preparar a mente para a abertura do mundo – ou de favorecer o acaso diante da abertura da mente.
O lance é que me ocorreu justamente isso antes de escrever este post.
Recebi por email um comentário do meu amigo-viajante Antonio Lino, do blog Diz que fui por aí, que esteve de andanças pela Mãe-África nos últimos tempos – e a quem dedico este post para agradecer aos comentários. Logo abaixo do email, estava o boletim da Envolverde, com uma matéria da Neuza Árbocz sobre as aventuras africanas de um outro jornalista: o viajólogoHaroldo Castro.
Ah, como eu adoro relatos de viagem. Não pelo prazer voyeur de saber das viagens de outros, e muito menos pela tristeza em saber que ainda não fui “pra lá”, mas pela satisfação de ver idas-e-vindas, pelo contentamento de ler sobre experiências sem interpretações. Acho que, afinal, também sou um entusiasta da viajologia – mesmo sem diploma carimbado sobre “a arte e a ciência de viajar”.
E então, diante da matéria “Luzes da África: as facetas positivas de um continente mal compreendido“, que falava sobre o projeto do Haroldo, e diante dos últimos relatos do Antonio, que foram reavivados em minha memória por seu sempre-bem-vindo comentário, fiquei aqui me perguntando: todos os links dão na África? Todos os aventureiros passam pela África?
Talvez me dissessem os sábios que, ao fim e ao cabo, “o filho à casa retorna”. Tendo vindo, todos nós, daquele canto do globo, nada mais natural que passarmos por lá em algum momento de nossas peregrinações pela Terra, não?
Mas ainda não sei quando visitarei minhas raízes distantes…assim, sigo lendo os relatos.
Aliás, veja aí os links para alguns deles: Leia Mais »
Dessa eu falo com propriedade. Comprei uma GoPro Hero Wide (a versão anterior a HD) há alguns meses, logo antes de viajar para Bariloche. Quem me conhece sabe que não sou o cara mais equilibrado (no sentido físico mesmo, não emocional) do mundo. Cair e esbarrar pra mim são uma rotina, principalmente quando faço algo que nunca fiz antes, que foi o caso do Snowboard. A câmera sobreviveu ilesa a dez dias intensos de snowboard, que deixaram pranchas e ombros quebrados.
E saiu agora a versão HD, alta-definição, da mesma câmera. O site Gizmodo fez um review do brinquedinho e o resultado não poderia ser outro: ADORARAM!
A câmera é realmente muito bacana. A qualidade de vídeo é boa, a bateria dura bastante (de lítium), é fácil de usar e à prova d’água! Pode submergir até 30 metros! Minha única reclamação é em relação ao som. Estando dentro do case, o captação de som é bem fraca. Vozes são impossíves de ouvir, mas os ruídos da suas quedas ficarão bem claros, não se preocupe.
O último domingo foi dia de diversão com os amigos. Marcamos uma partida de Paintball, que foi excelente para começar o dia, mas nos rendeu alguns vários machucados. Confira o vídeo acima, e as fotos no Flickr.
A Adventure Sports Fair 2009 já acabou, mas ainda tenho algumas coisas guardadas para compartilhar com vocês. O vídeo acima é uma ‘continuação’ do penúltimo post deste blog, quando falei sobre o tanque de mergulho que estava montado por lá.
Agradeço a Narwhal e Scafo pela colaboração, e a Gerusa, que permitiu que seu mergulho fosse filmado. Valeu!
Pra matar um pouco a curiosidade da galera, um pequeno vídeo mostrando a pista de snowboard aqui da feira. Quem está com a câmera é a Clara, que me salvou de pagar um mico, porque eu com certeza ia acabar me estabacando no final.
Problemas tecnológicos me impediram de gravar um vídeo antes, só ontem conseguimos fazer a câmera funcionar um pouco melhor, mas ainda não está 100%. Esse vídeo acima mostra uma de nossas decidas, quem está filmando é o meu amigo Eduardo, e eu sou o cara de casaco vermelho, andado um pouco, e caindo muito!
Quem disse que uma aventura tem de estar recheada de perigos ou de lugares desertos?
Uma aventura pode começar a partir de um simples acorde musical, de uma simples conversa na esquina e, melhor ainda, da união da música, dos músicos e de uma boa e longa “volta ao mundo”.